Um seminário sobre o potencial econômico da Feira Livre da rua Marechal Deodoro, centro de Feira de Santana, acontece neste sábado (7), na Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL). O evento, que se inicia às 14h, foi anunciado na Câmara, nesta quinta, pelo vereador Professor Jhonatas Monteiro (PSOL). A Prefeitura Municipal vem ameaçando acabar com aquela alternativa de sobrevivência de centenas de trabalhadores informais. Esta semana, o Governo colocou a sua fiscalização, conhecida como “Rapa”, para agir no local, causando indignação na sociedade, pela forma como é feita a abordagem.
Apoiador do movimento pela permanência da tradicional feira livre de frutas, legumes e verduras no centro da cidade, Jhonatas considera o seminário de grande importância para a luta dos que defendem a mesma causa, uma vez que reunirá representantes dos vendedores, lojistas da Marechal, Incumbadora da Iniciativa de Economia Solidária da UEFS, arquitetos, urbanistas e historiadores: “Faremos um amplo debate em torno das implicações de uma eventual extinção desta atividade para o comércio e geração de renda no Município”.
Houve uma trégua, no final do ano passado, no embate entre Prefeitura e vendedores, para que fossem realizadas as obras de revitalização do centro da cidade, “mas se esperava uma resposta, após aquele período, por parte do Município, que até agora os trabalhadores não receberam”, reclama Jhonatas. O vereador lembra que a Feira da Marechal, além de representar uma única fonte de renda para pequenos produtores da agricultura familiar e beneficiar aos lojistas do entorno, tem “vínculo histórico evidente com a cidade, sendo um importante patrimônio”. Informa que existe um projeto, já apresentado, de autoria de um especialista em urbanismo, que demonstra ser possível a organização da feira naquele espaço.
Feira da Marechal Deodoro: ao longo de 2021 mobilizações buscaram garantir a permanência organizada, por diversas razões. Tem vínculo histórico evidente com a trajetória do Município. Afinal, a cidade carrega feira no próprio nome, que não pode ser excluída do centro da cidade. É patrimônio. acesso ao emprego formal com a pandemia, crise econômica e realidade social, se torna ainda mais importante. Aqueles vendedores faz parte do movimento da agricultura familiar. Beneficiam as lojas em seu redor. Feira da marechal é Patrimônio apresentou projeto de engenheiro especialista em urbanismo que demonstra ser possível a organização da feira naquele espaço. Ano passado foi estabelecido uma trégua, para o avanço das obras do Projeto Centro. Mas se espera uma resposta do Governo. Até agora, os trabalhadores não a tiveram.
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